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História de Nossa Cidade.

Guapé

Uma pequena cidade, de enorme área territorial, situada ao sul de Minas Gerais, conta com uma localização privilegiada, as margens do Lago de Furnas, com inúmeras cachoeiras e algumas regiões montanhosas proporcionando belas paisagens naturais.

Mas nem sempre foi assim. Os primeiros registros do arraial se dão em documentos datados de 1759.

Em 1825 foi construída a capela em homenagem a São Francisco de Assis pelo fazendeiro José Bernardes Ferreira Lara.

Segundo conta a tradição foi um pagamento de promessa a São Francisco de Assis, feito por Dona Esméria Angélica da Pureza, esposa do Capitão José Bernardes Ferreira Lara, que doou terras para o patrimônio da Capela, juntamente com Felisberto Martins Arruda e Cândida Soares do Rosário.

A paróquia foi criada em 9 de maio de 1856.

O distrito de São Francisco de Aguapé foi criado em 28 de maio de 1856 pertencente a comarca de Dores de Boa Esperança.

Emancipação: Em 7 de setembro de 1923, o então governador de Minas Gerais Raul Soares de Moura assina a Lei nº 843 que desmembra o distrito de São Francisco do Rio Grande do município de Dores da Boa Esperança emancipando e passando a se chamar Guapé, que, na língua indígena, é uma planta aquática conhecida também como "Caminhos nas águas" que recobre a superfície dos lagos e rios com suas folhas, formando uma espécie de tapete verde.

Com a referida Lei, os distritos de Capitólio e Araúna são desmembrados do município de Piumhi e incorporados ao município de Guapé.

Em 3 de Fevereiro de 1.924 é instalado o município de Guapé.

Usina Hidrelétrica de Furnas construção de uma represa, para instalação da Usina Hidrelétrica de Furnas, idealizada pelo ex-presidente Juscelino Kubitschek no fim dos anos 50 (criada em 1957 com fechamento das comportas em 9 de janeiro de 1963), provocou a inundação boa parte do município, além da própria cidade.

Com a formação do lago, boa parte da cidade ficou submersa. Até parece uma ironia, o nome da cidade que significa “caminho na água” iria com o enchimento do lago ficar parcialmente tomada pelas águas. Com o fechamento das comportas as águas subiram rapidamente e estava instalado o caos na cabeça do Guapeenses, tanto na zona urbana quanto na zona rural. Os proprietários não foram indenizados de forma satisfatória, houve uma subvalorização das propriedades, isto sem falar no impacto cultural.

No dia 19 de janeiro de 1963, as águas atingem as partes baixas de Guapé, na altura do prédio dos correios, situado a 100 metros da Matriz de São Francisco de Assis.

Em março de 1965, o lago de 1.440 km², cinco vezes maior que a Baía de Guanabara, estava completo e suas águas chegaram aos alicerces do Bangalô, ficando como testemunho da grandeza da arquitetura local.

O lago artificial inundou 206 km² do município.

Fluctuat Ne Mergitur Em 1924, este lema foi escrito na bandeira da cidade, que significa "Flutuarás, não afundarás", ou em uma livre interpretação significa "Resiste".

Quem poderia naquela época imaginar que depois de 39 anos de história, Guapé iria por em prova o lema que carregava em sua bandeira, não se deixando afundar com as águas de Furnas, mesmo toda encoberta resistiria, e como uma fênix ressurgiria das próprias águas que a submergiram.

E Guapé ressurge, como a fênix da mitologia, ressurge mais bela e mais forte.

A imagem de São Francisco de Assis durante a procissão de retirada das imagens da antiga igreja matriz, a imagem de São Francisco de Assis, padroeiro da cidade, sem que ninguém percebesse fora transportada de costas, com sua frente voltada para a antiga cidade que estava preste a ser inundada.

O fato foi somente percebido quando a imagem chegou a nova igreja matriz.

Devotos da cidade atribuíram este fato de que durante a procissão São Francisco de Assis, assim como todos guapeenses, também se despedia da antiga cidade.

A nova cidade foi construída próxima à antiga, em um local mais alto, as margens do lago, ficando praticamente ilhada, onde o lago forma uma península.

Os anos seguintes foram de muita angústia e tiveram que conviver e sobreviver com as terras ácidas do cerrado, pois as terras férteis das várzeas do Rio Grande e principalmente do Rio Sapucaí ficaram submersas. As técnicas de manejo dos solos eram incipientes; somente na década de 1970 é que os cerrados e as capoeiras foram ocupadas pela agricultura moderna. Os cafezais e as pastagens cultivadas trouxeram uma nova dinâmica à economia local e regional. A assistência técnica da ACAR, atual EMATER-MG, e dos institutos de pesquisas possibilitaram o uso agrícola moderno e competitivo, inserindo a região na produção de grãos, carne e leite.

Em 1963, quando Guapé estava prestes a ser inundada, o jornalista José Franco, da revista O Cruzeiro publicou uma matéria assim titularizada "Guapé será apenas um retrato na parede", que contava o drama e o impacto na vida dos guapeenses com a chegada das águas de Furnas. O trabalho foi muito elogiado e José Franco naquele ano recebeu o Prêmio Esso como melhor reportagem.

O lago que hoje rodeia a cidade proporciona uma vista bastante agradável e um clima ameno.

A prática de esportes náuticos, turismo, pesca (autorizada) é frequente, principalmente em tempos quentes. O lago é um convite para banhistas e para passeios de lancha, barcos.

Alguns acessos há cidade é feito através de balsas, o que faz da viagem a Guapé se tornar emocionante desde o inicio.

A prática de esportes radicais como o rapel e voo livre no município se tornou frequente, onde foi realizado em 2007 o primeiro Campeonato Brasileiro de Acrobacias, o 1º Brasilacro de Parapente onde reuniram pilotos de várias partes do Brasil e da América do Sul.

O município oferece uma ótima e conceituada estrutura hoteleira com belas pousadas e hotéis as margens do lago. Sem falar da tradicional comida mineira que é servida nos restaurantes da cidade.

O eco-turismo é uma das grandes atrações, com trilhas, riachos, cachoeiras e a própria mata nativa que preserva a fauna e a flora de nossa região.

As principais cachoeiras e riachos são Cachoeira do Paredão, Cachoeira do Inferno, Cachoeira do Macuco, Cachoeira do Garimpo, Cachoeira do Capão Quente, Cachoeira da Água Limpa, Cachoeira do Moinho, Cachoeira do Lobo, da Volta Grande, dentre outras.

Parque Ecológico do Paredão Formado em uma fenda entre serras, o parque é um dos principais pontos turísticos da cidade, oferecendo ao turista além de uma vista privilegiada da formação rochosa do local, três belas cachoeiras, além de vários locais para banho ao meio de muito verde e beleza.

Para quem gosta de aventura, o parque oferece opção de trilhas ecológicas, rapel e escalada.

No local há uma estrutura montada para bem receber o turista com serviço de restaurante, banheiros, e área fechada para camping e estacionamento.

Nos fins de semana de forte calor, principalmente nas festas de fim de ano, janeiro e carnaval, o parque recebe vários turistas que vem atrás de beleza e agitação.


Ipê Campestre Clube de Guapé situado as margens do lago, o clube foi criado pelos próprios guapeenses, é um dos mais bem conceituados clubes de Minas Gerais.

Com piscinas, quadras, academia, bares, campos de futebol, parques infantis e quiosques as margens do lago, o clube oferece a seus sócios e visitantes uma ótima estrutura de lazer para se passar o dia bem a vontade, desfrutando da belas vistas e das águas do lago de Furnas.

Bailes como Brega, Havaí, Carnaipê, Country e Réveillon são sucesso garantido na noite guapeense.

Hoje em dia Guapé é assim uma agradável cidade de braços abertos para acolher quem aqui vier se divertir ou trabalhar. Seja Bem Vindo!!!

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